16 de outubro de 2012

Dia Mundial da Alimentação



Como comem os portugueses?
A LUSA responde:

Comem duas vezes mais carne, óleos e gorduras do que o recomendado;
têm um défice de consumo de produtos hortícolas de 79% e deviam comer
o dobro dos frutos. O estudo mais recente sobre alimentação em
Portugal indica que 51% da população adulta tem excesso de peso.
Neste dia mundial da alimentação, a máxima latina -  Mens sana in corpore sano – mente sã em corpo são – esteve presente na Biblioteca da nossa Escola.
Ponto de vista também defendido pelo conferencista Professor Doutor Domingos Silva que, de entre muitos conselhos proferidos, destacou a importância do primeiro almoço.
Outros conselhos ainda foram deixados:
 • Aumentar o número de refeições diárias (5-7), reduzindo o
volume de cada uma.
• Dedicar mais tempo às refeições.
• Incentivar o consumo de leite e derivados.
• Incentivar o consumo de peixe.
• Substituir o açúcar e produtos achocolatados por adoçantes.
• Dar relevo à ingestão da sopa no início das grandes
refeições (almoço e jantar).
• Dar preferência ao pão e cereais em relação às bolachas,
bolos e biscoitos.
• Incentivar o consumo de saladas e legumes.
• Estimular o consumo de fruta, de preferência crua e com
casca, em vez de sobremesas altamente calóricas (energéticas).
• Diminuir o consumo de sal.
• Predomínio de cozidos, grelhados e assados.
• Evitar os fritos, guisados e condimentos excitantes.

Porque é sempre bom gostar de comer agradavelmente - ALIMENTE-SE COM EQUILÍBRIO, VARIEDADE, MODERAÇÃO E SEGURANÇA E… PRATIQUE ATIVIDADE FÍSICA! - foram as últimas recomendações deixadas pelo orador.

12 de outubro de 2012

Diários de Escrita, por Sónia Catarina Pedrosa Santos, 11º C


      Quando um ser humano nasce, há aquela euforia, pois vê-se a vida a florescer, como na natureza. Mas todos nós sabemos que o que “nasce morre”, pois como tudo na vida começa a desgastar-se, a envelhecer… até que não nos sentimos preparados para permanecer no grande dinamismo que a vida requer.                                                         
     Cada pessoa anda à procura de um caminho a seguir, mas ninguém espera um caminho obscuro… muitas vezes cortado. Todos nós queremos ser felizes e importantes para os que cá ficam com as nossas lembranças. No entanto, a conquista do que nós queremos é um grande labirinto. Há sempre um jogo em que temos muitos caminhos que completam o labirinto e, para o conseguir jogar, temos que optar por um deles. Primeiro entramos num que nos fascina, pois é tudo fácil, mas pouco exigente. Assim, temos tudo o que queremos, e é entusiasmante saber que temos tudo de mãos dadas, mas, chegados ao fim, deparamo-nos com um enorme monte de silvas. O que fazemos? Continuamos? Mas… e o esforço?!? Não! Voltamos para trás e escolhemos outro caminho que nos faça ver a realidade da vida e nos ajude a descobrir a nossa identidade e a decidir o que é mesmo importante para nós. Aí daremos importância às pessoas, às opiniões, à música, à arte, à política… e, sim, iremos ter capacidade para construir a nossa própria opinião sobre determinado assunto e ter instrução para saber refutar a do nosso parceiro.
       Assim, acabaremos o jogo muito orgulhosos e diremos a todos aqueles que o queiram jogar para não caírem em tentações. Pois, delas, é o Mundo feito!

Dia Mundial da Alimentação


O Dia Mundial da Alimentação celebra-se anualmente a 16 de Outubro.
O dia 16 de Outubro marca o dia da fundação da organização das Nações Unidas para a alimentação e a agricultura, em 1945.
A celebração do Dia Mundial da Alimentação foi estabelecida em Novembro de 1979 pelos países membros na 20ª Conferência da Organização das Nações Unidas para a alimentação e a agricultura.
Com a comemoração deste dia pretende-se:
  • Alertar para a necessidade da produção alimentar e reforçar a necessidade de parcerias a vários níveis;
  • Alertar para a problemática da fome, pobreza e desnutrição no mundo;
  • Reforçar a cooperação económica e técnica entre países em desenvolvimento;
  • Promover a transferência de tecnologias para os países em desenvolvimento;
  • Encorajar a participação da população rural, na tomada de decisões que influenciem as suas condições de vida.
A nossa escola promove, neste dia, uma palestra com o Doutor Domingos Silva, Investigador em Nutrição.

1 de outubro de 2012

Diários de escrita, por Joana Serra, 12º B


E se inventássemos um herói para os dias de hoje?
Em todas as épocas, os super-heróis lutam para defender uma pessoa e outra e novamente outra… Hoje, os nossos super-heróis não têm os poderes extraordinários que tinham em épocas anteriores, mas não é por esse motivo que se deixam abater. Talvez seja isso que os faça continuar.
Se inventássemos um super-herói para os nossos dias, provavelmente com a ajuda das tecnologias, medicinas avançadas e todo o tipo de evolução, esse super-herói não seria humano. Seria uma máquina perfeita, sem sentimentos, apenas com o dever de proteger cada pessoa que corresse perigo. Mas, em vez de inventarmos um super-herói, por que razão não damos valor aos heróis que nos rodeiam a cada dia? Um médico, um professor, um educador, um enfermeiro, um pai, uma mãe, um irmão, tios, avós, a nossa família e amigos que nos apoiam… Todos eles são os verdadeiros super-heróis.
Quando nascemos, não é um super-herói cheio de poderes extraordinários que nos alimenta e dá amor, são os nossos pais. Quando vamos para a escola, em frente ao quadro não se encontra um super-herói com todos os seus poderes a ensinar a ler e a escrever, é um professor. Quando estamos doentes, não é o super-herói famoso que salva vidas que nos vai tratar, é um médico ou enfermeiro.
Assim, não precisamos de inventar um super-herói, precisamos de os manter junto a nós, pois eles já existem. É com esses super-heróis que contamos a cada dia. Temos heróis que se preocupam verdadeiramente e não super-heróis que só existem com o propósito de nos defender.

Em Outubro, a BE sugere

Autor: Ana Margarida Cardoso
Colecção: Viagens Na Ficção
 Data de publicação:Junho de 2012
 Género: Romance 
Para Ana Margarida Cardoso, autora dos livros, Suzannah e O Peão Indomável, trabalhar sem receber não é fácil. Que o digam Ana Luísa e Rui, personagens principais do seu último livro,  dois recém-licenciados em Jornalismo que se veem atirados para um mercado laboral precário e inseguro. Mas quando são escolhidos para estagiar na redação de um dos maiores e mais prestigiados jornais nacionais, nenhum deles pensa sequer em voltar as costas àquela que consideram a maior oportunidade das suas (ainda inexistentes) carreiras. No entanto, o brilhante mundo do jornalismo pode não passar apenas de uma utopia. A complexidade do dia-a-dia das redacções, os paradoxos éticos, a dependência de fontes políticas e a maneira como elas tentam usar os jornalistas num obscuro jogo de poder faz com que a tarefa se torne muito mais difícil que o esperado. E isso intensifica-se quando, em ambiente de pré-campanha para as legislativas, os protagonistas se esbarram num história tão escaldante que poderá ser a bomba impulsionadora para as suas carreiras...

Pensamento do mês de outubro

Pensamento do mês - setembro