15 de outubro de 2012
12 de outubro de 2012
Diários de Escrita, por Sónia Catarina Pedrosa Santos, 11º C
Cada pessoa anda à procura de
um caminho a seguir, mas ninguém espera um caminho obscuro… muitas vezes
cortado. Todos nós queremos ser felizes e importantes para os que cá ficam com
as nossas lembranças. No entanto, a conquista do que nós queremos é um grande
labirinto. Há sempre um jogo em que temos muitos caminhos que completam o
labirinto e, para o conseguir jogar, temos que optar por um deles. Primeiro
entramos num que nos fascina, pois é tudo fácil, mas pouco exigente. Assim, temos
tudo o que queremos, e é entusiasmante saber que temos tudo de mãos dadas, mas,
chegados ao fim, deparamo-nos com um enorme monte de silvas. O que fazemos?
Continuamos? Mas… e o esforço?!? Não! Voltamos para trás e escolhemos outro
caminho que nos faça ver a realidade da vida e nos ajude a descobrir a nossa
identidade e a decidir o que é mesmo importante para nós. Aí daremos importância
às pessoas, às opiniões, à música, à arte, à política… e, sim, iremos ter
capacidade para construir a nossa própria opinião sobre determinado assunto e
ter instrução para saber refutar a do nosso parceiro.
Assim, acabaremos o jogo
muito orgulhosos e diremos a todos aqueles que o queiram jogar para não caírem
em tentações. Pois, delas, é o Mundo feito!
Dia Mundial da Alimentação
O Dia Mundial da Alimentação celebra-se anualmente a 16 de Outubro.
O dia 16 de Outubro marca o dia da fundação da organização das Nações
Unidas para a alimentação e a agricultura, em 1945.
A celebração do Dia Mundial da Alimentação foi estabelecida em Novembro de
1979 pelos países membros na 20ª Conferência da Organização das Nações Unidas
para a alimentação e a agricultura.
Com a comemoração deste dia pretende-se:
- Alertar
para a necessidade da produção alimentar e reforçar a necessidade de
parcerias a vários níveis;
- Alertar
para a problemática da fome, pobreza e desnutrição no mundo;
- Reforçar
a cooperação económica e técnica entre países em desenvolvimento;
- Promover
a transferência de tecnologias para os países em desenvolvimento;
- Encorajar
a participação da população rural, na tomada de decisões que influenciem
as suas condições de vida.
A nossa escola promove, neste dia, uma palestra com o Doutor Domingos
Silva, Investigador em Nutrição.
1 de outubro de 2012
Diários de escrita, por Joana Serra, 12º B
E se inventássemos um herói para os dias de hoje?
Em todas as épocas, os super-heróis
lutam para defender uma pessoa e outra e novamente outra… Hoje, os nossos
super-heróis não têm os poderes extraordinários que tinham em épocas
anteriores, mas não é por esse motivo que se deixam abater. Talvez seja isso
que os faça continuar.
Se inventássemos um super-herói para os
nossos dias, provavelmente com a ajuda das tecnologias, medicinas avançadas e
todo o tipo de evolução, esse super-herói não seria humano. Seria uma máquina
perfeita, sem sentimentos, apenas com o dever de proteger cada pessoa que
corresse perigo. Mas, em vez de inventarmos um super-herói, por que razão não
damos valor aos heróis que nos rodeiam a cada dia? Um médico, um professor, um
educador, um enfermeiro, um pai, uma mãe, um irmão, tios, avós, a nossa família
e amigos que nos apoiam… Todos eles são os verdadeiros super-heróis.
Quando nascemos, não é um super-herói
cheio de poderes extraordinários que nos alimenta e dá amor, são os nossos pais.
Quando vamos para a escola, em frente ao quadro não se encontra um super-herói
com todos os seus poderes a ensinar a ler e a escrever, é um professor. Quando
estamos doentes, não é o super-herói famoso que salva vidas que nos vai tratar,
é um médico ou enfermeiro.
Assim, não precisamos de inventar um
super-herói, precisamos de os manter junto a nós, pois eles já existem. É com
esses super-heróis que contamos a cada dia. Temos heróis que se
preocupam verdadeiramente e não super-heróis que só existem com o propósito de
nos defender.
Em Outubro, a BE sugere
Autor: Ana Margarida Cardoso
Colecção: Viagens Na Ficção
Data de publicação:Junho de 2012
Género: Romance
Colecção: Viagens Na Ficção
Data de publicação:Junho de 2012
Género: Romance
Para Ana Margarida Cardoso, autora dos livros, Suzannah e O Peão Indomável, trabalhar sem receber não é fácil. Que o digam Ana Luísa e Rui, personagens principais do seu último livro, dois recém-licenciados em Jornalismo que se veem atirados para um mercado laboral precário e inseguro. Mas quando são escolhidos para estagiar na redação de um dos maiores e mais prestigiados jornais nacionais, nenhum deles pensa sequer em voltar as costas àquela que consideram a maior oportunidade das suas (ainda inexistentes) carreiras.
No entanto, o brilhante mundo do jornalismo pode não passar apenas de uma utopia. A complexidade do dia-a-dia das redacções, os paradoxos éticos, a dependência de fontes políticas e a maneira como elas tentam usar os jornalistas num obscuro jogo de poder faz com que a tarefa se torne muito mais difícil que o esperado. E isso intensifica-se quando, em ambiente de pré-campanha para as legislativas, os protagonistas se esbarram num história tão escaldante que poderá ser a bomba impulsionadora para as suas carreiras...
7 de setembro de 2012
Escultura+Literatura=Arte Pura
Multifacetado em diversas área artísticas, talento que lhe é bastante apreciado, tem-se destacado nas impressionantes paisagens que esculpe... em livros.
Sim, leste bem: em livros!
Só para exemplificar, Laramée leu o livro A Caverna, de José Saramago, e criou estas espetaculares esculturas, que abaixo se reproduzem.
Segundo o escultor, este romance encaixa-se perfeitamente no meu trabalho e nas minhas preocupações.
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