Cada pessoa anda à procura de
um caminho a seguir, mas ninguém espera um caminho obscuro… muitas vezes
cortado. Todos nós queremos ser felizes e importantes para os que cá ficam com
as nossas lembranças. No entanto, a conquista do que nós queremos é um grande
labirinto. Há sempre um jogo em que temos muitos caminhos que completam o
labirinto e, para o conseguir jogar, temos que optar por um deles. Primeiro
entramos num que nos fascina, pois é tudo fácil, mas pouco exigente. Assim, temos
tudo o que queremos, e é entusiasmante saber que temos tudo de mãos dadas, mas,
chegados ao fim, deparamo-nos com um enorme monte de silvas. O que fazemos?
Continuamos? Mas… e o esforço?!? Não! Voltamos para trás e escolhemos outro
caminho que nos faça ver a realidade da vida e nos ajude a descobrir a nossa
identidade e a decidir o que é mesmo importante para nós. Aí daremos importância
às pessoas, às opiniões, à música, à arte, à política… e, sim, iremos ter
capacidade para construir a nossa própria opinião sobre determinado assunto e
ter instrução para saber refutar a do nosso parceiro.
Assim, acabaremos o jogo
muito orgulhosos e diremos a todos aqueles que o queiram jogar para não caírem
em tentações. Pois, delas, é o Mundo feito!






