12 de maio de 2012

Sousa Dias na BE

Sousa Dias nasceu no Porto em 1956. Professor. Publicou, entre outros livros, Lógica do acontecimento (sobre a filosofia de Deleuze), Questão de estilo (colectânea de textos de teoria da literatura e da arte) e O que é poesia? 15 de Maio, às 10 horas, Sousa Dias estará na Biblioteca da Escola Secundária Barcelinhos, para nos falar dos "Valores Estéticos e a Criação Artística, acompanhado pelo jornalista Alberto Serra.

8 de maio de 2012

Concurso de Poesia "25 anos da minha escola"

A Biblioteca está a promover um concurso de poesia subordinada ao tema "25 anos da minha escola". A BE/CRE desafia todos os alunos e ex alunos a participarem neste concurso, com poemas INÉDITOS, até 08 de junho. Os trabalhos devem ser enviados para o endereço: barcelinhos.biblioteca@gmail.com Haverá um prémio para o melhor poema. Participem! Ponham à prova a vossa criatividade.

7 de maio de 2012

6 de maio de 2012

O Lugar da Poesia, por Daniela Alves, 10º A

Vida!
De diversas formas e sentidos,

explicaram-me o que era a vida.
Mas também já me disseram
que se trata de uma palavra indefinida.
E todos temos uma opinião,
uma diferente interpretação
da tal palavra que ainda não encontrou
a devida definição.
E assim surge a palavra:
Vida!
E com simples palavras, direi:
Vida, é caminhar 
e quando cair levantar;
Vida, é para o passado olhar
e o futuro enfrentar;
Vida, é sorrir
mesmo quando os motivos nos estão a fugir;
Vida, é acreditar
mesmo quando a esperança nos está a escapar;
Vida, é voar e sonhar
sem os pés da terra levantar;
Vida, é agir com sinceridade,
abraçar com carinho 
e amar com intensidade;
Vida, é preencher cada momento
com um simples toque de magia
e tornar memorável cada teu dia;
Vida, é enfrentar cada desafio
sem derrotismos
e arranjar sempre um motivo 
para sorrir;
Vida, é cada mistério descobrir.

1 de maio de 2012

Diários de escrita, por Sérgio Carvalho

Cumpri a minha promessa de estar longe de ti. 
Não foi necessário ouvir o não... bastou-me não ouvir uma única palavra vinda de ti! 
Perdi a inspiração para escrever, perdi a inspiração para amar o que verdadeiramente eu amei: tu! 
Já não sinto o meu coração a palpitar: sinto-o a sofrer. Sinto-me triste, vazio. Custa-me a respirar. 
Custa-me olhar-te pois se o fizer, vou saber que o meu mundo ruiu de um momento para o outro e eu não fiz nada para que isso acontecesse. 
 Podias ter dito que não! Podias ter dito algo em vez de me ignorar, me deixar na dúvida durante tempo infinito. 
A felicidade desistiu de mim. Acho que é isso: a felicidade desistiu de mim. Ou então pareço um fantoche nas mãos dela. 
Ou então, a felicidade foi inventada por um pseudo poeta qualquer. 
Olho para os outros e sinto-me só. Vazio sem alguém! Apenas preciso do abraço no momento certo, de um simples abraço. 
Um abraço que não chega... afinal, tu não chegas e estás tão perto! 
Preciso de recuperar o fôlego: acreditei durante tempo demais que esta corrida ia acabar. Acabou comigo... deixei-me vencer pelo cansaço do simples existir.

Pensamento do mês - setembro