17 de janeiro de 2012

Diários de escrita, por Jéssica Soraia, ex-aluna da ESB

Nós, nos livros
  Sonhar é um dom, um privilégio que nem todos têm.
Ler um livro proporciona-nos milhares de sonhos. Sonhar não é apenas fechar os olhos e imaginar o dia de amanhã como melhor nos convém, mas sim, ter a capacidade e liberdade de entrar num livro, vivê-lo e sonhá-lo.
Tudo é muito monótono quando nos baseamos em viver os dias como simples robôs, alguém que tudo faz por obrigação, ou fazem aquilo que todos os outros fazem. Não! Essa ideia é errada. O desejo de querer sempre mais é ótimo, é insaciável e pode ser concretizado com a leitura de um livro.
A simples palavra livro traz consigo milhares de palavras. A ideia de conhecer países lindos e maravilhosos, de ficar a perceber histórias e romances marcantes na literatura, de voar até à lua, de conhecer Marte, pode ser algo não concretizável na realidade, mas alcançado no pensamento. É esse um dos grandes privilégios que se pode ter a ler um livro.
Quando começo a ler um livro, parece-me sempre desinteressante, até ao momento em que me desperta e me apercebo daquilo que ele realmente me proporciona. A minha imaginação voa cada vez mais alto, os meus sonhos e desejos flutuam com mais velocidade sobre a superfície da água, sinto que com eles aprendo a saber lidar de maneiras diferentes com as situações e, por vezes, comigo mesma.

13 de janeiro de 2012

Conto-te na BE - IPSS, Barcelinhos

No dia 12 de Janeiro, a BE, teve a visita de 40 meninos e meninas do JI de Barcelinhos que, acompanhadas pelas educadoras e auxiliares, assistiram a mais uma atividade a cargo da turma  H do 12º ano do curso de Animador Sociocultural, sob a orientação da professora Claudina.

11 de janeiro de 2012

Diários de escrita, por Ana Lúcia Faria Senra, 12º F

Progresso e  preservação da natureza no romance “A Cidade e as Serras”.
           A problemática entre progresso e preservação da Natureza é referida na obra de Eça de Queirós, uma vez que ambas têm os seus benefícios e más consequências no Homem. O progresso,  apesar de melhorar a vida do Homem em todas as suas tarefas quotidianas, é falível. Tal como acontece com as “invenções” de Jacinto, que a certa altura se estragaram. Uma evolução constante e vários anos repletos de novidade podem provocar no Homem o cansaço de tanto progresso (a “fartura” como classificou Grilo, uma personagem da obra).
        Na Natureza, o Homem encontra-se no seu estado puro, no ambiente que lhe é natural. Todas as pessoas necessitam de paz e tranquilidade, o que só a Natureza lhes pode proporcionar. Contudo, para os azares da vida, precisamos das invenções, que são produto da civilização.
         Em suma, esta será uma problemática que poderá perdurar, pois é difícil encontrar a melhor solução para benefício da Humanidade.

10 de janeiro de 2012

Diários de escrita, por Ana Clara F. Fernandes, 12ºB

Literatura
                A literatura desempenha um papel fundamental para todo o ser pensante. Ela ajuda-nos a crescer não só a nível intelectual mas também a nível afectivo.
                De uma forma subtil, a literatura dá-nos asas para sairmos da rotina e permite-nos entrar num mundo que não é nosso, mas, por outro lado, ela também nos desperta para casos da nossa “dura” realidade, como é o caso da obra Rose Madder pertencente ao autor Stephen King.
Nessa obra, podemos refletir sobre a violência doméstica, nomeadamente sobre a violência a que é sujeita a vítima que é casada com um polícia. Como sabemos, a violência doméstica acontece na actualidade e na sociedade em que estamos inseridos e, na leitura dessa obra, pude deparar-me com esse caso, em que a vítima dormia, supostamente, com a “justiça”.
                Acerca da literatura e de tudo o que ela engloba, podemos verificar que esta não se “degrada”, pelo contrário, mantêm-se na linha do tempo e adapta-se aos tempos modernos. Um exemplo disso é a famosa obra-prima de Eça de Queirós, Os Maias, em que o autor caracteriza ferozmente a sociedade lisboeta do século XIX e, após a sua leitura e reflexão, deparámo-nos, no século XXI, com a mesma atitude, pois pouco ou nada mudou.
                Assim, a literatura é uma arte a partir da qual podemos sentir reflectida a beleza das palavras, que nos levam a sentir emoções e que, por sua vez, nos conduzem a reflexões. Não existe faixa etária, pois um bom livro, uma boa obra, podem ser encontrados, quer para os miúdos, quer para os graúdos.

Pensamento do Mês de Janeiro



6 de janeiro de 2012

Vencedores do Concurso Nacional de Leitura - 1ª fase

A 1ª fase do Concurso Nacional de Leitura, decorreu hoje na nossa escola. Foram apurados, para a 2ª fase do concurso, a realizar a nível distrital em data a definir, os alunos:
 3º ciclo:
 Lara Isabel Faria Pereira, 8º B
 Marília da Conceição Lima Ferreira, 8º B
Lídia Catarina da Silva Azevedo, 9º C (Suplente)
   Secundário:
 Ana Lúcia Faria Senra, 12º F
 Alice Catarina Martins Loureiro, 12º A
João Pedro Oliveira Soares, 12º C (Suplente)
 PARABÉNS AOS VENCEDORES E A TODOS OS QUE PARTICIPARAM NESTA INICIATIVA!  

Pensamento do mês - setembro