18 de julho de 2011
Lançamento do livro "Antologia Poética do Chá", em direto
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Live TV by Ustream
10 de julho de 2011
8 de junho de 2011
Tea With Books in the School Library
On Wednesday, 8th June there was an English tea with poetry in the school library. Two teachers of English read two poems, by teacher Paula Araújo and teacher Constança Domingues. There were scones, brownies, lemon curd, jam, cucumber sandwiches and tea, of course.
"Na Quarta-feira, dia 8 de Junho realizou-se um chá inglês com poesia na biblioteca da escola. Duas professoras de Inglês leram dois poemas, da autoria das professoras Paula Araújo e Constança Domingues. Houve scones, brownies, lemon curd, compotas, sanduíches de pepino e chá".
TeaMade into liquid languid pleasure…
The wisdom of past and future,
Accessible to not so few…
Brief solitary moment of withdrawal
Into my feelings and my deep inner self;
The reflections of life put away on a shelf;
The grasp of another dimension, behind a wall.
Teatime may happen every day…
Yet, we cherish it, long for it!
The heart hastens to a different beat,
“It is almost teatime… ”, we anxiously say.
And when the joys of teatime pass
The flavour stays in the mouth and mind…
A new inspiration we, then, find
To face life, and make order out of mess.
Constança Domingues
18 de maio de 2011
Chá de Livros
Entre professores e alunos, foi dita poesia, desta vez da autoria dos Professores Jorge Salgueiro (Escola Sec/3 de Barcelinhos) e Francisco Limpo Queiroz (Escola Sec. Diogo de Gouveia de Beja).
Ao longo de dois anos, às quartas-feiras, a biblioteca foi um lugar onde a poesia foi a anfitriã. Este desafio foi lançado, pela equipa da BE, a toda a comunidade educativa, apelando à criação de poemas originais sobre as temáticas "chá, livros, leitura, aromas, poesia". Foram muitos os que aceitaram este repto. Professores, Alunos, Encarregados de Educação e Funcionários contribuíram com os seus textos.
A qualidade dos trabalhos justificava a sua divulgação. Surgiu, então, a ideia de ilustrar os poemas. Foi proposto à Escola Secundária Alcaides de Faria a colaboração da turma de Artes da ESAF que, sob a orientação do Prof. Durão, concretizou o projecto de ilustração. Brevemente, na Feira do Livro de Barcelos, a biblioteca irá lançar a compilação de todos os trabalhos numa publicação intitulada Antologia Poética do Chá.
CHÁ DE LIVROS
Chá de livros, numa escola de Barcelos.
Cidreira de Lídia Jorge, hipericão
de Lobo Antunes. Ler pelos cotovelos,
o chá de letras que os livros são.
Herberto Hélder, «Os Passos em Volta»
Saramago, «Memorial do Convento»,
«Guerra e Paz» de Tolstói e a revolta
da escrita contra a voz no vento.
Chá de livros não é o audiovisual,
é a retenção fundamental
da essência da palavra: o pensamento.
Bebe-se devagar, frase por frase,
e com o olhar, até chegar à fase
da plena captação do argumento.
Francisco Limpo Queiroz (Professor de Filosofia da Escola Secundária Diogo de Gouveia – Beja)
Cinco mil anos
Imperador Sheng Nong
Lenda, mito, ficção
Monges budistas dos Himalaias
Educando a criança Camellia Sinensis
Lapidam os multi e cosmopolitas aromas
Como um diamante puro e bruto
As naus portuguesas do Século XV
Interpeladas pelo Adamastor
Logram a amálgama de sabores infinitos e indecifráveis
Ervinha, planta, arbusto, copa colossal
Infusão de mesclas de vontades legadas
Étimo redondo, roliço, esticado, aplanado…
Com chapéu de coco, hortelã e alecrim
Em terras asiáticas e índias
“Five o’clock”
Amadrinhado pela princesa lusa
Catarina de Bragança
Emoldurando-o com taças de jasmim
Em cortes reais britânicas de gestos seculares
Este elixir sinestésico de emoções e sensações
Trago doce, agreste, sublime a laranja e a tabaco
Chávena de palavras, rimas, odes, poesias
Chávena de páginas, ensaios, livros, viagens, fantasias
Sorvidas ao longo da garganta
Ao ritmo erótico do chá-chá-chá e do “ménage à trois”
A olfactar a camomila romã
Da Roma dos Imperadores
De bacanais e festins de prazer…
Jorge Salgueiro (Prof. da Escola Sec/3 de Barcelinhos)
5 de maio de 2011
16 de março de 2011
Chá de Livros
De manhã, à tarde, à noite ou até de madrugada,
Para deliciar-me com essa bebida quente, reconfortante, acolhedora.
Por Amigos ou pelo meu Amante acompanhada,
Vai deixar-me leve, calma, ou quem sabe, excitada...
Se fores minha Amiga ou Amigo, esse momento pode ser descontraído,
Com música, bolinhos, torradas ou uns bombomzinhos,
Intercalado com desabafos, choros, ou mesmo risinhos.
Se fores o meu Amante, a mística infusão deve ser acompanhada com
Carinho, beijos e emoção,
Tal envolvimento, pode mesmo aquecer-me o Coração.
Convida-me para um Chá...
Que prazer inexplicável tem a magia de um Chá!
Muda o nosso estado de espírito, e por breves momentos,
Somos felizes com um simples Chá,
Convida-me para um Chá...
Prof.ª Arminda Carvalho
2 de março de 2011
Chá de Livros
POEMA AO CHÁ
Chá com livros
Chá com letras
Chá com…
O Chá vai sempre bem,
Seja com um amigo, um livro…
Seja com o que for.
No entanto é importante
Saber beber o Chá!
Pois, Chá tem mistério,
Tem cheiros,
Tem sabores…
Beber o Chá tem de ser…
Com amor,
Com carinho,
Com atenção!
Beber Chá faz bem ao coração.
Acompanhar o Chá com livros
É embarcar numa viagem
Para o infinito….
Encarregada de Educação
Chá e Mar
Só…
Sentada na areia, escuto o som do mar!
Recordações do meu tempo de juventude,
Fazem-me sorrir e pensar.
Como é bom existir!
Ao som do meu IPod…Gianni Morandi… Demis Russos…
O cheiro do meu chá, espalha-se pelo ar,
Misturando-se com o do mar…
Maresia e chá de algas...
Hum…não sei não, talvez tudo junto
Chá, mar e recordações,
Faça bem aos corações.
Eu vou… tomar o meu chá,
Com cheiro a mar
Acompanhado de um livro,
Para recordar.
Maria da Paz Faria
3 de fevereiro de 2011
Chá de Livros: Para ti, chá...
De repente, olhei para a bancada da cozinha e lá estavas tu. Fumegavas. Olhavas, uma vez mais, para mim, com aquele olhar matreiro que me pedia que fizesse dos nossos corpos um.
Não hesitei. Peguei nos teus finos braços, enfeitiçado que estava com o teu charme e levei-te rapidamente para o quarto, onde poderíamos saciar na maior das privacidades o desejo mútuo que nos assombrava.
Despi o casaco e, esquecendo-me da voz da professora, encostei os meus lábios aos teus. Foi então que, naquele ambiente confidencial, nos fundimos num só. Estava saciando aquele grande desejo e, de repente, soltei um longo suspiro: Chá de cidreira…, o meu favorito!
Domingos Figueiras
20 de janeiro de 2011
Chá de Livros
E… Fixei-me nela.
Atraiu-me a serenidade oriental do seu aroma quente.
Não resisti.
Aconcheguei de novo as palavras dentro da capa e pousei o livro.
Tomei-a delicadamente nas mãos.
Estremeci ao sentir o seu calor intenso despertar-me os sentidos.
Aproximei-a um pouco mais.
Acariciei-a.
Mergulhei o meu olhar perdido nos seus tons misteriosos.
As palavras lidas estavam, agora,
adormecidas no calor do momento.
Os meus lábios precipitaram-se para ela.
Cerrei apaixonadamente os olhos…
E saboreei demoradamente
Aquela deliciosa «Chávena de chá».
Só, então, desvendei o enredo enigmático da minha leitura:
Morrera do veneno fatal de uma paixão irresistível
Que bebera da ténue taça da vida.
Prof. Álvaro Carvalho
19 de janeiro de 2011
Chá de Livros de 2011-01-19
Esta nota,
Será para a Antologia de “chá de livros ” e “livros com chá”
Um pretexto para celebramos a palavra escrita com poesia e bálsamos ….
Sendo uma publicação escolar e sem pretensões editoriais
Pretende celebrar o culto do ofício de escrever!
Será um registo de momentos efémeros,
Que ficarão gravados na memória dos tempos.
Cada poema é fruto de um “ofício de poeta”
Cada poema é um hino à criatividade,
Um estímulo à valorização da poesia …
Esta colectânea guarda em si uma partilha
De vivências e emoções,
De chás, de fragrâncias, de efusões…
Gerados para dar vida aos sentimentos
E às sensações através da palavra e dos símbolos!
Aqui, a poesia tem uma relação privilegiada com o chá
Que é música para os aromas dos sons!
No espaço dos livros e os rumores dos leitores
Intrometeu-se a poesia sorrateira
Enquanto saboreamos um bom chá de erva-cidreira!
Neste ambiente de perfumes etéreos
Ondulam pelo ar, fumegantes:
A sabedoria dos livros
A fantasia da Poesia
A evasão do chá.
A poesia é o chá da literatura
Espalhando melodias de néctares variados
Pelas chávenas de chá com livros!
E assim no encanto dos livros
Misturam-se chá e poesia!
É esta a poesia do chá …
António Carvalho
Director da Escola
Minha garganta seca!
Enriqueço o paladar com o aroma do chá.
Tragédia, desastre, emana o fumo renascido.
As folhas de hortelã afasto-as num movimento curvilíneo,
Desfigurando as vogais noutra hora combinadas,
Suando assim a história de um livro.
Folhas, irrequietas folhas, que no passado tornaram-se realezas e ainda hoje representadas por páginas que acalmam os poetas.
E ser-se poeta é criar um mundo como se fosse Deus.
Nova informação, novas melancolias neste mundo com várias expectativas.
Abrimos o guião e encontramo-nos em cena.
Batalhas, discursos, alegrias, romances,
Diversas formas de vidas todas elas demonstradas pela palavra.
Aqui está o luxo humano.
O vento estagna-se no ar, criando paredes entre dois mundos e eu
Vou levando a provar o amante do livro.
Sara Ferrete
6 de janeiro de 2011
Chá de Livros
Leitura do poema pelo autor, Álvaro Carvalho
PAIXÃO IRRESISTÍVEL
Desviei o olhar interrogativo da última página. E… Fixei-me nela.
Atraiu-me a serenidade oriental do seu aroma quente. Não resisti.
Aconcheguei de novo as palavras dentro da capa e pousei o livro.
Tomei-a delicadamente nas mãos.
Estremeci ao sentir o seu calor intenso despertar-me os sentidos.
Aproximei-a um pouco mais. Acariciei-a.
Mergulhei o meu olhar perdido nos seus tons misteriosos.
As palavras lidas estavam, agora, adormecidas no calor do momento.
Os meus lábios precipitaram-se para ela.
Cerrei apaixonadamente os olhos… E saboreei demoradamente
Aquela deliciosa «Chávena de chá».
Só, então, desvendei o enredo enigmático da minha leitura:
Morrera do veneno fatal de uma paixão irresistível
Que bebera da ténue taça da vida.
Prof. Álvaro Carvalho
19 de dezembro de 2010
Chá de livros
Chá para com as amigas lanchar!
Um chazinho para acompanhar,
25 de novembro de 2010
Chá de Livros
Pelejar de tinta momentânea
Que renova numa breve meditação
De sonhos semeados no manifesto
Das folhas encantadas na actuação.
Suspende o espaço, cessando a questão.
Um suave movimento de retorno se agita.
Índole espírito se purifica na aragem,
Moderando o ardor, comutado por um doce que se agita.
Infusão de folhas de leve fragrância,
De aroma terno, de sabor amargo.
Contempla a melodia, acrescenta o cheiro,
Uma escultura de espírito, um simples descargo.
Rosa Proença, Professora de Filosofia
De uma vitoriosa batalha voltava.
Sangue nas pernas, braços e cabelo
O rei, em casa, estava.
Sem demoras, as muralhas atravessou,
Cavalgando rapidamente.
E à porta de seu castelo parou.
E sem hesitação na mente
Desceu do cavalo e entrou.
Dirigiu-se à sala das refeições
E deliciou-se com um chá.
Quais aliados, inimigos, nações ou facções
Esta bebida sabia-lhe ainda melhor
Pois, por ela, trespassou corações.
Este cavaleiro sentia-se em paz na guerra.
Mas a beber um chá, ali na sua terra
Onde ele ditava a lei,
É que ele se sentiu rei.
Maurício Peixoto, 12ºB
10 de novembro de 2010
Chá de Livros
“Chá – Chá – Chá”
Queres dançar comigo
E misturar o teu corpo
Na fragrância do meu chá?
Queres provar minha saliva
E morder a minha língua
Na mistura desta essência?
Vamos fundir nossos corpos
Misturar as nossas almas
No vapor…
Desta bebida milenar.
Anda,
Vamos
Embebedar nossos corpos
Enternecer nossas vidas
Numa dança que se move
Ao som,
De um chá - chá – chá.
Prof.ª Gabriela Beato
2 de novembro de 2010
Chá de Livros
Hora do Chá
Caminhou altiva, elegante, com o passo acertado pelo som dos saltos que batiam no chão frio de madeira.
Toc-toc-toc. Calmamente e como quem não tem pressa, puxou uma cadeira e sentou-se à mesa onde já estavam colocados um bule, um chávena e um prato com biscoitos. Lentamente, derramou poesia quente na chávena, ping-ping-ping, e observou o fumo de palavras que dançavam em sua volta. Depois, abriu um livro e começou a ler, gota a gota, enquanto esperava que a chávena arrefecesse. Uma madeixa loira desprendeu-se do laço vermelho que lhe prendia os cabelos e foi acariciar-lhe o rosto, macio e de traços firmes. Cinco linhas e algumas gotas depois, pousou o livro e sorveu rapidamente alguns goles de poesia da chávena ainda quente. Paulatinamente, retirou uma palavra do prato que repousava no centro da mesa e sentiu-lhe o sabor doce e amanteigado. Ron-ron-ron- E assim passou os minutos seguintes, entre goles de poesia, dentadas de palavras e algumas gotas que davam as mãos nas páginas do livro… Sentia o paladar do sons que a rodeavam e a musicalidade dos sabores que entravam dentro de si numa explosão de sensações. Por fim, olhou o relógio, que se desenhava no seu pulso firme e que marcava cinco minutos depois das cinco. Desejou que os ponteiros se deixassem guiar pelo fumo de poesia que emanava do bule e que voltassem atrás, quinze minutos antes quando havia entrado naquela sala para a hora do chá. Levantou-se calmamente, tal e qual como havia chegado e não teceu qualquer tipo de reclamação contra o tempo. A Hora do Chá terminara.
14 de outubro de 2010
Chá de Livros
Iniciámos o 'Chá de Livros' abordando temáticas variadas. Começámos por fazer referência a uma das actividades já realizadas este ano que teve um impacto significativo na comunidade educativa.
Com base nos trabalhos realizados pelos visitantes da Exposição, foi lido um excerto do livro Diário de Um Killer Sentimental, de Luís Sepúlveda, bem como de alguns textos escritos pelos alunos do 10º J, do Curso Profissional de Técnico Profissional de Turismo Ambiental e Rural, relativos à Exposição Fotográfica “Dois Olhares”.
