11 de Janeiro de 2012

Diários de escrita, por Ana Lúcia Faria Senra, 12º F

Progresso e  preservação da natureza no romance “A Cidade e as Serras”.
           A problemática entre progresso e preservação da Natureza é referida na obra de Eça de Queirós, uma vez que ambas têm os seus benefícios e más consequências no Homem. O progresso,  apesar de melhorar a vida do Homem em todas as suas tarefas quotidianas, é falível. Tal como acontece com as “invenções” de Jacinto, que a certa altura se estragaram. Uma evolução constante e vários anos repletos de novidade podem provocar no Homem o cansaço de tanto progresso (a “fartura” como classificou Grilo, uma personagem da obra).
        Na Natureza, o Homem encontra-se no seu estado puro, no ambiente que lhe é natural. Todas as pessoas necessitam de paz e tranquilidade, o que só a Natureza lhes pode proporcionar. Contudo, para os azares da vida, precisamos das invenções, que são produto da civilização.
         Em suma, esta será uma problemática que poderá perdurar, pois é difícil encontrar a melhor solução para benefício da Humanidade.

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