Progresso e preservação da natureza no
romance “A Cidade e as Serras”.
A problemática entre
progresso e preservação da Natureza é referida na obra de Eça de Queirós, uma
vez que ambas têm os seus benefícios e más consequências no Homem. O progresso,
apesar de melhorar a vida do Homem em
todas as suas tarefas quotidianas, é falível. Tal como acontece com as
“invenções” de Jacinto, que a certa altura se estragaram. Uma evolução
constante e vários anos repletos de novidade podem provocar no Homem o cansaço
de tanto progresso (a “fartura” como classificou Grilo, uma personagem da
obra).
Na Natureza, o Homem
encontra-se no seu estado puro, no ambiente que lhe é natural. Todas as pessoas
necessitam de paz e tranquilidade, o que só a Natureza lhes pode proporcionar.
Contudo, para os azares da vida, precisamos das invenções, que são produto da
civilização.
Em suma, esta será uma
problemática que poderá perdurar, pois é difícil encontrar a melhor solução
para benefício da Humanidade.

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